sexta-feira, 12 de janeiro de 2018

Piadas de patrimônio

Nesta semana, o que bombou na política foi o crescimento do patrimônio de um certo político chamado MITO e de sua família, ao longo de mais de 30 anos de vida pública, sempre mamando nas tetas do Estado. As piadas dessa semana tem o tema de patrimônio!

Na sala de aula a professora pergunta:
– Na frase, EU SOU PETISTA, qual o tipo de SUJEITO???
JOÃOZINHO respondeu:
– Depende professora… Se for SUJEITO SIMPLES, é LADRÃO… Se for COMPOSTO, é QUADRILHA… Se for OCULTO, é TRAFICANTE… Mas se for INDEFINIDO, é ONG beneficiada!!!
A professora pergunta novamente:
– E se for INEXISTENTE???
E ele responde:
– Aí é o PATRIMÔNIO DO LULA, professora!!!

O padre precisava com urgência de dinheiro para as obras assistenciais da paróquia e resolve ligar para o advogado famoso da região, homem rico, porém muito pão-duro.
- Muito bem - responde o advogado, após ouvir o discurso do pároco - o senhor parece conhecer muito bem meu patrimônio e minha renda, mas com certeza desconhece outros detalhes da minha vida. O senhor sabe, por acaso, o valor do tratamento de minha filha excepcional? - pergunta o advogado.
- Hmmm, não, não sei... - responde o padre, constrangido.
- E o senhor sabe, por acaso que eu tenho também um filho cego e tetraplégico? - prossegue o advogado.
O padre não consegue nem falar, tamanho o constrangimento.
- E o senhor sabe também - continua o advogado, já muito irritado - que o marido da minha irmã morreu num acidente de trânsito deixando-a com três filhos e sem um tostão?
- Desculpe, realmente não sabia... - diz o padre, morrendo de vergonha.
- E você acha que se eu não dou um tostão para eles, vou dar para suas obras?

O homem ia levando a sua vaca adoentada ao veterinário, quando foi atalhado pelo cumpadi:
- Gastar dinheiro pra que, homem? Sou teu amigo e tenho uma beberagem lá em casa, feita por mim, que amanhã tua vaca já está boa...
O homem da vaca confiou, voltou, pegou a garrafada e deu ao seu único patrimônio. No outro dia a vaca amanheceu morta.
Passados alguns dias, encontra o compadre que vai logo perguntando:
- E ai, compadre, como vai a vaquinha?
Informado de que a vaca morrera no outro dia após a beberagem, ele não perdeu o rebolado e arrematou:
- Mas uma coisa eu lhe garanto, compadre: ela morreu com uma melhora boa...

Um homem do interior tinha um touro que era o melhor da região. O touro era seu único patrimônio. Os fazendeiros da redondeza descobriram que o tal touro era o melhor animal reprodutor e começaram a alugar o bicho para cobrir suas vacas. Conseguiam sempre o nascimento dos melhores bezerros. Era só colocar uma vaca perto dele e pronto.
O caboclo começou ganhar muito dinheiro com isso, que era sua única forma de sustento. Os fazendeiros se reuniram e decidiram comprar o touro. Um representante deles foi até a casa do caboclo e foi logo falando:
— Põe preço no seu bicho que queremos comprá-lo.
O caboclo, aproveitando-se da situação, falou um preço absurdo. Os fazendeiros não aceitaram a proposta e foram se queixar com o prefeito do município.
Este, sensibilizado com o problema, decidiu comprar o animal com o dinheiro da prefeitura e o registrou como patrimônio da cidade. Também resolveu fazer uma festa para apresentar o touro para todos os moradores.
No dia da festa, os fazendeiros trouxeram suas vacas para o touro cobrir e tudo sairia de graça. Logo que trouxeram a primeira vaca, o touro esbravejou, pulou, se aproximou da vaca e nada.
— Deve ser culpa da vaca. Ela é muito magra, disse um fazendeiro.
Trouxeram uma vaca holandesa, a mais bonita da região. O touro esbravejou, pulou, cheirou a vaca e nada. O prefeito, furioso, chamou o ex-dono do animal e lhe perguntou o que estava acontecendo.
— Não sei... — disse o caboclo — Ele nunca fez isso antes! Deixa que eu vou conversar com o touro.
E o caboclo, aproximando-se do bicho, foi logo perguntando:
— O que há com você? Não tá mais a fim de trabalhar?
E o touro, dando um bocejo, respondeu:
— Não me enche o saco. Agora eu sou funcionário público!

Um rico brasileiro foi para Buenos Aires PARA participar de um campeonato de pôquer. Ele jogou,
jogou, mas acabou perdendo tudo que tinha, devendo até as calças. Sobrou só a passagem de volta para casa. Nem um centavo no bolso. Aí ele prometeu a si mesmo que, se conseguisse ir até o aeroporto, voltaria para casa e tentaria reconstruir a vida.
Então ele foi para a parte da frente do clube de pôquer, onde havia um táxi. Entrou no arro e explicou a situação para o motorista. Prometeu mandar o dinheiro assim que chegasse ao Brasil, e ofereceu seu endereço, o número do passaporte, seus números de cartão de crédito, todos os dados possíveis para o taxista poder confiar nele. Mas não teve jeito:
- São 40 dólares até o aeroporto. Se você não tem 40 dólares, pode sair do meu carro!
Então o executivo foi obrigado a pedir carona até o aeroporto e quase perdeu o avião. Um ano depois, o executivo conseguiu reconstruir um certo patrimônio e voltou para Buenos Aires para tentar ganhar no jogo. Desta vez ele ganhou bastante. Sentindo-se muito bem, ele foi para a frente do cassino para pegar um táxi para o aeroporto. E quem foi quer ele viu no fim de uma longa fila de táxis? Aquele mesmo taxistas que não quisera lhe dar crédito no ano anterior quando a sorte não tinha sido tão boa.
Buscando vingança, o brasileiro bolou um plano.
Entrou no primeiro táxi da fila e perguntou:
- Quanto é para ir até o aeroporto?
- São 40 dólares - respondeu o motorista.
- E quanto é pra você chupar o meu pau no caminho? - perguntou o executivo.
- Sai do meu táxi, seu hijo de puta!
O brasileiro entrou em todos os táxi e fez a mesma pergunta. Em todos eles a situação foi sempre a mesma: o motorista ficava indignado com a oferta e expulsava o cara do táxi. Finalmente ele chegou ao final da fila, onde o taxista do ano anterior o estava esperando.
- Quanto é até o aeroporto?
- São 40 dólares - respondeu o taxista.
- Ok, então vamos - disse o executivo.
E enquanto o táxi passava pelos outros carros parados na fila, o brasileiro sorria e acenava feliz para os outros motoristas.

fonte: Jornal NH
fonte: Blog do Orlandeli



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