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sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

Piadas de jornalistas parte 2





Kim Kataguiri, aquele jovenzinho de extrema direita e burro, é agora colunista do jornal Folha de São Paulo. Estou com pena de quem segue ou pretende seguir essa profissão. Olhem só a que ponto chegou... Para não chorar, vamos rir de algumas piadas...

Em conferência de imprensa do treinador José Mourinho, um jornalista inglês em tom provocador pergunta:
- Você às vezes tem a mania que tem o “rei” na barriga, não acha?!
Responde o Mourinho:
- Nem pensar! Quem teve o “rei” na barriga foi a minha mãe…

O jornalista não gostava, como a maioria do povo, do presidente da República e o xingava constantemente de burro, usando as páginas do jornal. Burro e Ignorante, eram os elogios mais comuns. Até um dia ser preso e processado. Finalmente veio a pena:
- Cinco anos por chamar o presidente de burro e ignorante!
- Cinco? Não é muita coisa? Uma injúria não chega a seis meses...
- A pena máxima é por revelar segredos de Estado!

A dona da casa ao jornalista que o marido convidou, à última hora, para vir jantar com eles:
- Eu acho que o fala perfeitamente o português!
O jornalista:
- Mas, minha senhora, eu sou um lisboeta de gema!
A senhora:
- Ah, sim?! Pois eu julgava que fosse estrangeiro! O meu marido sempre me disse que o senhor era um boêmio…

Um jornalista, um filósofo, um biólogo e um arquiteto estavam discutindo sobre qual seria a verdadeira profissão de Deus. O filósofo disse:
- Bem, acima de tudo, Deus é um filósofo porque ele criou os princípios nos quais o homem vive.
- Ridículo - disse o biólogo. - Antes disto, Deus criou o homem e a mulher e todas as coisas vivas, de maneira inquestionável, portanto Deus é biólogo.
- Errado - complementou o arquiteto. - Antes de criar os seres vivos, Deus criou o céu e a terra. Antes da terra só havia confusão e caos.
- Pois é - falou o jornalista. - De onde vocês acham que veio o caos?

Se a turma do Chaves fosse jornalista
Chaves – é o repórter que irrita os entrevistados com perguntas sem sentido. Ninguém tem paciência com ele.
Dona Florinda – é a repórter do Primeiro Caderno que se acha mais nobre do que a gentalha de outras editorias.
Professor Girafales – é o jornalista que anda com o manual de redação debaixo do braço, corrigindo os outros, cagando regra.
Nhonho – é o repórter que vai a coletiva só para comer.
Seu Madruga – é o jornalista desempregado, que vive de frilas safados e há 14 meses deve uma grana a um amigo assessor.
Jaiminho – é o repórter acomodado, que não sai da redação por nada. Precisa evitar a fadiga.
Chiquinha – é a estagiária meio nerd, meio espertinha.
Senhor Barriga – é o assessor de imprensa que fica cobrando quando vai sair a matéria.
Quico – é o reporterzinho que adora exibir seu celular novo, seu gravador digital novo, seu texto de merda novo.
Dona Clotilde ou Bruxa do 71 – é a jornalista fofoqueira e pouco atraente, praticamente uma Sônia Abrão.

Um famoso repórter de televisão estava em Usbequistão, no meio de uma grande reportagem que falava sobre os costumes do local. De repente
ele se deparou com um velhinho e logo começou a entrevista-lo:
- O senhor poderia me contar um fato de sua vida que jamais tenha se esquecido?
O velho homem sorri e começa a contar a historia:
- Um dia, ha muito tempo atras, minha cabra se perdeu na montanha. Como manda a nossa tradição, todos os homens da cidade se reuniram para
beber e sair a procura da cabra. Quando finalmente a encontramos, ja de madrugada, bebemos mais uma dose e, como de costume, todos transaram com a cabra, um por um. Foi uma cena inesquecível...
O jornalista se assusta com a historia e diz, todo sem jeito:
- Meu senhor, sinto em lhe dizer que a emissora dificilmente levara ao ar essa declaração, então eu sugiro que o senhor conte uma outra historia... Quem sabe se o senhor nos contasse uma historia bem feliz...
O velho sorriu e disse:
- Ok, também já vivi uma historia muito feliz aqui...
Então o repórter sorri aliviado e o velho homem começa a contar a historia:
- Um dia, a mulher do meu vizinho se perdeu na montanha. Como manda a nossa tradição, todos os homens da cidade se reuniram para beber e
sair a procura da mulher. Quando finalmente a encontramos, bebemos mais uma dose e, como de costume, todos os homens da cidade transaram com a boazuda. Foi a maior diversão da minha vida!
O jornalista ficou decepcionado mas não desistiu e sugeriu ao velho homem:
- Ok, vamos tentar mais uma vez: Sera que o senhor não poderia nos contar uma historia muito, muito triste?
Então o velho homem baixou a cabeça e, com os olhos cheios de lagrimas, começou:
- Um dia, eu me perdi na montanha...


fonte: Russo, Logo existo






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