sexta-feira, 15 de outubro de 2021
Piadas de professores 11ª parte
sexta-feira, 18 de outubro de 2019
Piadas de professores 10ª parte
sexta-feira, 19 de outubro de 2018
Piadas de professores 9ª parte
sexta-feira, 14 de outubro de 2016
Piadas de professores 8ª parte
quarta-feira, 12 de outubro de 2016
7 coisas que me irritam entre os professores
sexta-feira, 16 de outubro de 2015
Piadas de professores 7ª parte
quarta-feira, 16 de setembro de 2015
5 motivos porque não teremos mais professores em sala de aula
sexta-feira, 24 de outubro de 2014
Piadas de indisciplina
sexta-feira, 17 de outubro de 2014
Piadas de professores 6ª parte
sexta-feira, 19 de abril de 2013
Piadas de notas
sexta-feira, 19 de outubro de 2012
Piadas de professores 5ª parte
segunda-feira, 15 de outubro de 2012
10 conselhos para quem quer ser professor de escola pública
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010
Piadas de professores 4ª parte
sexta-feira, 8 de maio de 2009
Piadas de professores 3ª parte
sexta-feira, 17 de abril de 2009
Piadas de Tiradentes
A professora faz prova oral e pergunta para o Zézinho:- O que você sabe sobre o Tiradentes?
- Ah, professora, ele morreu enforcado.
- Só isso?
- Poxa, professora, ele foi enforcado e a senhora ainda acha pouco?
Alguns pensamentos atribuídos à Tiradentes:"Tenho um nó na garganta."
"Sinto-me em pedaços."
Aécio Neves recebe vários governadores em Ouro Preto para as comemorações do aniversário da Inconfidência Mineira. Leva os convidados ao Museu. Diante de um esqueleto, o governador do Rio indaga:- Quem foi esse inconfidente ?
Aécio Neves responde de pronto:
- Foi Tiradentes, nosso Mártir !
Mais adiante, o governador paulista vê um esqueleto menor e pergunta:
- E este, a quem pertenceu ?
Aécio dispara a pérola:
- É do próprio Tiradentes, quando era criança….
A professora na sala de aula diz a Joãozinho:- Joãozinho,o que aconteceu em 1840?
Joãozinho responde:
- Nasceu Tiradentes, professora!
A professora diz:
- Muito bem Joãozinho!
- E o que aconteceu em 1845?
Joãozinho responde:
- Tiradentes fez 5 anos...
A professora chama o Carlinhos e diz:- Fale para a classe sobre a vida de Tiradentes!!
E o moleque:
- Eu, hein? De jeito nenhum! Prometi pra minha mãe que nunca mais vou falar mal da vida dos outros!
Uma história real:Em 1966, um historiador levantou a possibilidade de Tiradentes não usar barba e ter cabelos curtos.
Por isso, quando da emissão da cédula de cinco mil cruzeiros, que trazia a imagem de Tiradentes, o Diário Oficial da União publicou a resolução presidencial de se venerar “a efígie que melhor se ajusta à imagem de Joaquim José da Silva Xavier gravada pela tradição na memória do brasileiro”.
No Diário Oficial do dia seguinte ao da publicação do decreto presidencial, constava uma retificação que ninguém entendeu, dizendo:
"Onde se lê Joaquim José, leia-se José Joaquim".
Após alguns dias, a retificação da retificação, no Diário de 27 de abril de 1966:
"Fica sem efeito a retificação publicada no Diário Oficial de 19-4-66, na página 4101".
Em tempo: o nome do mártir é mesmo Joaquim José.
(Fonte: Folclore político, de Sebastião Nery)

A morte do Tiradentes - Charge do Clayton
sábado, 21 de março de 2009
Educação, bônus... E os professores são palhaços!
Nesse ano, o bônus será pago para os professores cujas escolas tiverem atingido um índice proporcionado pelo Idesp, índice este que não há uma transparência. Antes de mais nada, concordo que tal gratificação seja por mérito, e por metas atingidas. O que eu não concordo é que nossos ganhos estejam inicialmente e exclusivamente nas mãos dos alunos que fizeram a prova do Saresp.
O Saresp é uma prova aplicada pelo estado todo fim de ano para avaliar a aprendizagem e servir de base para cálculos estatísticos. O problema é que essa prova não tem uma obrigatoriedade para os alunos. Eles a fazem de qualquer jeito já que ela não reprova ninguém, não há uma finalidade para eles.
Como há a progressão continuada, eles sabem que não serão reprovados.
Com esse quadro, basear os ganhos do professor nessa avaliação é temerosa, porque eles propositadamente podem sabotá-la. E todos sabem que a maioria deles vê o professor como um inimigo.
Ela é importante? Claro que sim. Ela deve ser levada em conta? Com certeza, mas não só ela. Ela não pode ser a principal determinante de quem vai ganhar ou não esse bônus. Profissionais com mais de 20 anos de carreira, que são competentes, podem ser prejudicados por um montante de alunos que em sua maioria não querem nada com nada, vão para a escola com o intuito de fazer qualquer coisa, menos estudar.
Basta qualquer um visitar uma sala de aula e verão o que eu digo. Numa sala com 4 alunos, cerca de 10% deles tem realmente o interesse. O resto, só querem zuar.
Em tempo, a escola que trabalho não atingiu as metas e portanto todos nós ficaremos sem esse bônus, apesar de que nossos índices de anos anteriores fossem superiores aos do Estado como um todo, nesse ano teve uma caída e essa marca negativa é que fica na mídia. A grande maioria dos professores estão lá há mais de dez anos, e eu me incluo nessa. Todo nosso trabalho que fazia da escola ser uma referência na região foi por água abaixo. Viramos a piada do dia, com muita gente de outras escolas soltando rojões de alegria... Nossa, até rimou!
Outro detalhe: Não gosto de bônus ou gratificações, pois eles podem ou não ser retirados sem aviso prévio, eu preferiria era mesmo ter aumento de salário, coisa que não acontece há muito tempo.
Mas um detalhe: Quando eu disse que nossos ganhos estão principalmente ligados ao rendimento dos alunos, não quis dizer que não existem outros fatores a serem colocados, como número de faltas, quantidade de projetos, etc.
É que primeiramente verifica-se o índice do Idesp, para depois incluir outros fatores. Se o índice não foi atingido, nada mais é levado em conta.
Meu mau humor está em alta!
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009
Piadas de professores 2ª parte
sexta-feira, 30 de maio de 2008
Piadas de professores
quinta-feira, 29 de novembro de 2007
Tristeza e satisfação
Oi pessoal... Bem, não quero comentar sobre ontem. Aliás, só vou me expressar após o domingo, mas a tristeza é muito profunda.
Eu já tinha expressado a minha vontade de fazer um acordo, e o dono uma vez, me chamou para tal. Eu não aceitei naquele momento. Eu não iria perder algo que eu tinha direito (eu teria que devolver a multa do FGTS, e outras coisitas). Eu sempre mantive a minha posição, não jogaria fora mais de 10 anos de serviços prestados.
Hoje, ao chegar ao colégio, encontrei a inspetora (que sabe da minha situação) e comentou: “Ainda nada, né Cido? O homem continua te obrigando a vir dar essas duas aulinhas...” e eu disse: “Fazer o que, não quero perder meus direitos.”
No momento em que eu estava aplicando umas provas, me chamaram para conversar com o departamento pessoal. E qual não foi a minha surpresa, veio a bomba: Você foi demitido!
E eu disse: “Não acredito, o que deu no velho?”
Contaram-me que ele está fazendo uma limpa geral no colégio, e que eu iria junto.
Naquele momento, fiquei feliz, uau, finalmente, valeu a minha teimosia, vou receber tudo que tenho direito.
Mas, por outro lado, bateu-me aquela tristeza. São 17 anos lecionando nesse estabelecimento; é claro que hoje os amigos que colecionei já não estão mais lá, mas vai ficar na memória. Não vou esquecer que lá pelos idos de 92 e 93, ajudei a quebrar um tabu ou preconceito que o colégio tinha contra pessoas cabeludas, alunos assim eram convidados a se retirar, mas de repente, apareceu um professor cabeludo e louco, e tiveram que me engolir. Errei muito, mas acertei muito também. Vesti a camisa do colégio e fui, na minha humilde e sincera opinião um bom profissional. Tanto é que fiquei todo esse tempo lá.
Bem, ainda vou cumprir aviso prévio, ou seja, dezembro conterá as últimas três semanas no colégio. Finalmente vou acertar o meu horário, pois trabalhar a tarde é um porre!
Eu estou triste e ao mesmo tempo satisfeito. No final, deu tudo certo!
Lembrem-se: EU E OS GATOS TEMOS ALGO EM COMUM... SOMOS GATOS!quarta-feira, 14 de novembro de 2007
EDITORIAL DA FOLHA: FOLHA DE SÃO PAULO DECLARA GUERRA AOS PROFESSORES!!!

Eu pensava que o Estadão fosse o jornal mais conservador e elitista da imprensa paulista, mas esse editorial da Folha prova que são tudo farinha do mesmo saco:
São Paulo, terça-feira, 13 de novembro de 2007 |
Mestres em falta
Salários são baixos, mas isso não justifica as 32 faltas anuais por professor no sistema estadual de São Paulo
OS SINDICATOS de professores se contorcem diante da questão, talvez por não ter satisfação adequada para dar a alunos e pais diante do descalabro instalado: só na rede estadual paulista de ensino ausentam-se das salas de aula, a cada dia, 29,4 mil dos 230 mil mestres. Uma taxa de absenteísmo de 12,8%, contra menos de 1% em escolas privadas. O dado, noticiado domingo nesta Folha, documenta distorção disseminada por sistemas públicos de ensino do Brasil.A Apeoesp (sindicato dos professores) oferece racionalização automática para o sumiço de seus representados: salários baixos, longas jornadas, salas superlotadas e violência na escola. Embora o argumento possa explicar em parte a atitude, jamais terá o poder de justificá-la.
A depreciação do magistério alcança patamares incompatíveis com a meta do governo federal de elevar o ensino básico, até 2022, ao nível de países da OCDE (clube das nações mais ricas). O Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE) contemplou isso ao propor um piso nacional de R$ 850 para professores. O projeto de lei correspondente (nº 619/2007) foi aprovado em duas comissões da Câmara dos Deputados (faltam outras duas); na de Educação e Cultura, o valor subiu para R$ 950.
Essa política horizontal de recuperação de salários é necessária, mas não resolve a questão. Ganhar um pouco mais não levará professores a tornar-se assíduos -a média dos proventos de mestres paulistas, por exemplo, é 53% superior ao valor proposto como piso para o país. Aumento salarial não garante melhora automática do ensino. É preciso exigir contrapartida dos professores. Reservar uma parte relevante do orçamento para premiar as escolas que mais reduzirem as faltas -e mais melhorarem o desempenho dos alunos- é um meio inteligente de perseguir esse objetivo.
A via do estímulo, porém, não basta. Não há como conciliar o interesse público com a pletora de 19 dispositivos que facultam ao professor paulista ausentar-se do trabalho sem desconto no salário. Tampouco cabe aguardar condições perfeitas de trabalho para que se aceite, enfim, reduzir a absurda média de 32 faltas anuais por docente.
Regras permissivas de aposentadoria também requerem revisão. Não é razoável que inativos consumam 1/3 da folha de pagamento do professorado paulista. Verbas de educação precisam ser canalizadas, com prioridade, para a melhoria do ensino.
Tal é o espírito do PDE federal. O MEC anunciou que investirá, ainda em 2007, R$ 1 bilhão em apoio técnico e financeiro a municípios que adotarem metas de desempenho (medido pelo Índice de Desenvolvimento da Educação Básica, Ideb). Uma legião de 3.487 municípios e 17 Estados já formalizou adesão; das 1.242 cidades prioritárias, com Ideb muito baixo, 985 aderiram.
Segundo o MEC, os primeiros desembolsos começam em dez dias. Seria útil que, entre os critérios de avaliação, figurassem também metas ambiciosas de redução do absenteísmo docente.
Tirem suas conclusões, leitor! Eu mesmo não tenho nada a declarar!
Lembrem-se: EU E OS GATOS TEMOS ALGO EM COMUM... SOMOS GATOS!

