sexta-feira, 15 de outubro de 2021

sexta-feira, 18 de outubro de 2019

Piadas de professores 10ª parte

Terça passada mais um dia do palhaço... ops, professor! Um ser repugnante que fica exigindo condições melhores de trabalho e salário decente. Como ousa? Curtam mais piadas de professor!!!

sexta-feira, 19 de outubro de 2018

Piadas de professores 9ª parte

Segunda passada, foi o dia dos professores. Receber um feliz dia dos professores de quem votou no Bolsonaro e no Dória só pode ser interpretado como sarcasmo ou completa ignorância... E continuamos sendo palhaços...

sexta-feira, 14 de outubro de 2016

Piadas de professores 8ª parte

Amanhã é o dia do profissional que tem duas férias por ano, não trabalha pois só dá aula e de acordo com alguns, tem um ótimo salário e nunca deveria se aposentar. Estou falando dos professores, às vezes vagabundos, incompetentes e palhaços! Divirtam-se com mais piadas de professores!

quarta-feira, 12 de outubro de 2016

7 coisas que me irritam entre os professores

Sábado que vem é o dia dos profissionais amados e odiados ao mesmo tempo, se bem que mais odiados do que nunca. Uma classe onde seus integrantes são palhaços, incompetentes, vagabundos, ricos...

sexta-feira, 16 de outubro de 2015

Piadas de professores 7ª parte

Ontem mais um dia de professores. Muitas mensagens lindas e na prática nada. Os professores nada têm a comemorar, exceto rir das piadas deles mesmos. Divirtam-se!

quarta-feira, 16 de setembro de 2015

sexta-feira, 24 de outubro de 2014

Piadas de indisciplina

O tema das piadas de hoje, indisciplina, é algo que atormenta a educação hoje em dia, e a culpa é sempre do incompetente do professor, porque não sabe educar os filhos dos outros... Divirtam-se!

sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Piadas de professores 6ª parte

Semana do dia do Professor, um profissional que deveria ser respeitado pelo conhecimento que transmite... Mas ultimamente, é um palhaço, incompetente e vagabundo! E sinceramente, se vota no PSDB, não merece respeito nenhum! Divirtam-se com mais piadas de professor!!!

sexta-feira, 19 de abril de 2013

Piadas de notas

Uma semana de cão. Fim do bimestre e é hora de passar as notas para a escola. É nessas horas que percebo que a sala de aula parece o mar... Um lugar onde os professores navegam, os alunos boiam e as notas afundam! Um verdadeiro desastre!

sexta-feira, 19 de outubro de 2012

Piadas de professores 5ª parte

Segunda passada foi o dia dos professores e nada mais justo do que publicar piadas em homenagem à esses seres incompreendidos, vilipendiados e massacrados! Agora piada dura de ouvir nesta semana foi uma promessa de campanha de um certo candidato que prometeu valorizar os professores da prefeitura. Se ele fizer o mesmo com que fez no estado, bem... todos estarão ferrados, para não dizer outra coisa...

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

10 conselhos para quem quer ser professor de escola pública

Hoje é o dia dos professores. Uma classe desprezada pelos nossos governantes e ojerizadas pela maioria da população, que os chamam de vagabundos por terem dois meses de férias (e nem adianta explicar o que é recesso). Diante da legislação educacional e de alguns artigos do ECA, somos verdadeiros palhaços.

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Piadas de professores 4ª parte

E as aulas no ensino público do Estado começaram ontem. Sem aluno, é claro. Enquanto isso, tanto na prefeitura quanto nas particulares, as aulas já estão a todo vapor. Divirta-se com mais piadas de professores para rir ou chorar... Depende do ponto de vista de cada um.

sexta-feira, 8 de maio de 2009

Piadas de professores 3ª parte

Ontem o governo do Estado anunciou novas medidas para a contratação de professores e mudanças no número de aulas que irá ferrar com todo mundo. Eu mesmo nem quero pensar como será a minha situação no ano que vem, que mesmo sendo efetivo, sou o último na escolha de aulas e dependo do que sobra para mim. O negócio mesmo é rir da nossa desgraça porque a realidade vai ser dura. Mais piadas de professores para rir ou chorar... Depende do ponto de vista de cada um.

sexta-feira, 17 de abril de 2009

Piadas de Tiradentes

Na próxima terça, é feriado de Tiradentes, ou Joaquim José da Silva Xavier, reconhecido como mártir da Inconfidência Mineira, patrono cívico e herói nacional. Executado e esquartejado, o único a ser responsabilizado pela Inconfidência, movimento que lutava pela república no Brasil. Parece piada, mas ele foi o único executado, e seus parceiros não, exatamente por eles serem maçons, Tiradentes acabou pagando o pato! Quem mandou lutar por esse país? As piadas abaixo são em homenagem a esse dia.

A professora faz prova oral e pergunta para o Zézinho:
- O que você sabe sobre o Tiradentes?
- Ah, professora, ele morreu enforcado.
- Só isso?
- Poxa, professora, ele foi enforcado e a senhora ainda acha pouco?



Alguns pensamentos atribuídos à Tiradentes:
"Tenho um nó na garganta."
"Sinto-me em pedaços."



Aécio Neves recebe vários governadores em Ouro Preto para as comemorações do aniversário da Inconfidência Mineira. Leva os convidados ao Museu. Diante de um esqueleto, o governador do Rio indaga:
- Quem foi esse inconfidente ?
Aécio Neves responde de pronto:
- Foi Tiradentes, nosso Mártir !
Mais adiante, o governador paulista vê um esqueleto menor e pergunta:
- E este, a quem pertenceu ?
Aécio dispara a pérola:
- É do próprio Tiradentes, quando era criança….



A professora na sala de aula diz a Joãozinho:
- Joãozinho,o que aconteceu em 1840?
Joãozinho responde:
- Nasceu Tiradentes, professora!
A professora diz:
- Muito bem Joãozinho!
- E o que aconteceu em 1845?
Joãozinho responde:
- Tiradentes fez 5 anos...


A professora chama o Carlinhos e diz:
- Fale para a classe sobre a vida de Tiradentes!!
E o moleque:
- Eu, hein? De jeito nenhum! Prometi pra minha mãe que nunca mais vou falar mal da vida dos outros!


Uma história real:
Em 1966, um historiador levantou a possibilidade de Tiradentes não usar barba e ter cabelos curtos.

Por isso, quando da emissão da cédula de cinco mil cruzeiros, que trazia a imagem de Tiradentes, o Diário Oficial da União publicou a resolução presidencial de se venerar “a efígie que melhor se ajusta à imagem de Joaquim José da Silva Xavier gravada pela tradição na memória do brasileiro”.
No Diário Oficial do dia seguinte ao da publicação do decreto presidencial, constava uma retificação que ninguém entendeu, dizendo:
"Onde se lê Joaquim José, leia-se José Joaquim".

Após alguns dias, a retificação da retificação, no Diário de 27 de abril de 1966:
"Fica sem efeito a retificação publicada no Diário Oficial de 19-4-66, na página 4101".
Em tempo: o nome do mártir é mesmo Joaquim José.
(Fonte: Folclore político, de Sebastião Nery)




A morte do Tiradentes - Charge do Clayton

sábado, 21 de março de 2009

Educação, bônus... E os professores são palhaços!

O governo do estado de São Paulo brinca com a Educação, e principalmente com os professores. Esse bônus dado todo começo de ano sempre foi algo meio obscuro, já que não havia regras e tinha muitas disparidades entre os ganhos de cada professor.

Nesse ano, o bônus será pago para os professores cujas escolas tiverem atingido um índice proporcionado pelo Idesp, índice este que não há uma transparência. Antes de mais nada, concordo que tal gratificação seja por mérito, e por metas atingidas. O que eu não concordo é que nossos ganhos estejam inicialmente e exclusivamente nas mãos dos alunos que fizeram a prova do Saresp.

O Saresp é uma prova aplicada pelo estado todo fim de ano para avaliar a aprendizagem e servir de base para cálculos estatísticos. O problema é que essa prova não tem uma obrigatoriedade para os alunos. Eles a fazem de qualquer jeito já que ela não reprova ninguém, não há uma finalidade para eles.

Como há a progressão continuada, eles sabem que não serão reprovados.

Com esse quadro, basear os ganhos do professor nessa avaliação é temerosa, porque eles propositadamente podem sabotá-la. E todos sabem que a maioria deles vê o professor como um inimigo.

Ela é importante? Claro que sim. Ela deve ser levada em conta? Com certeza, mas não só ela. Ela não pode ser a principal determinante de quem vai ganhar ou não esse bônus. Profissionais com mais de 20 anos de carreira, que são competentes, podem ser prejudicados por um montante de alunos que em sua maioria não querem nada com nada, vão para a escola com o intuito de fazer qualquer coisa, menos estudar.

Basta qualquer um visitar uma sala de aula e verão o que eu digo. Numa sala com 4 alunos, cerca de 10% deles tem realmente o interesse. O resto, só querem zuar.

Em tempo, a escola que trabalho não atingiu as metas e portanto todos nós ficaremos sem esse bônus, apesar de que nossos índices de anos anteriores fossem superiores aos do Estado como um todo, nesse ano teve uma caída e essa marca negativa é que fica na mídia. A grande maioria dos professores estão lá há mais de dez anos, e eu me incluo nessa. Todo nosso trabalho que fazia da escola ser uma referência na região foi por água abaixo. Viramos a piada do dia, com muita gente de outras escolas soltando rojões de alegria... Nossa, até rimou!

Outro detalhe: Não gosto de bônus ou gratificações, pois eles podem ou não ser retirados sem aviso prévio, eu preferiria era mesmo ter aumento de salário, coisa que não acontece há muito tempo.

Mas um detalhe: Quando eu disse que nossos ganhos estão principalmente ligados ao rendimento dos alunos, não quis dizer que não existem outros fatores a serem colocados, como número de faltas, quantidade de projetos, etc.
É que primeiramente verifica-se o índice do Idesp, para depois incluir outros fatores. Se o índice não foi atingido, nada mais é levado em conta.

Meu mau humor está em alta!

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

Piadas de professores 2ª parte

E as aulas começaram nessa semana, pelo menos nos colégios particulares. No Estado, apenas na próxima semana. Portanto, para homenagear esses profissionais que são verdadeiros palhaços, por causa de uma malfadada legislação educacional, entre outras coisas, preparei mais uma série de piadas para rir um pouco da desgraça alheia!

sexta-feira, 30 de maio de 2008

Piadas de professores

A minha profissão é muito extressante, mas ao mesmo tempo, pode ser um prazer, se bem que essa última parte não vem acontecendo ultimamente. De qualquer maneira, as piadas abaixo descontraem um pouco. Chegou a vez de eu tirar um sarro de mim mesmo e de meus colegas:

quinta-feira, 29 de novembro de 2007

Tristeza e satisfação


Oi pessoal... Bem, não quero comentar sobre ontem. Aliás, só vou me expressar após o domingo, mas a tristeza é muito profunda.

Mas o que quero falar é sobre algo que me aconteceu hoje. Desde 92, venho lecionando num colégio particular da Vila Mariana, que em 2001 foi vendido, mas por um erro não sei de quem, os professores continuaram e desde então, cada um foi, por livre e espontânea pressão, pedindo suas contas. Os donos anteriores já deveriam ter regularizado a situação de cada professor, para que a nova administração pudesse ter a liberdade de ficar ou não com nós, mas isso não aconteceu e nesses últimos tempos, cada professor antigo era colocado em horários ou situações constrangedoras, até que não agüentaram mais e pediram demissão. Eu, por outro lado, aceitei certas imposições e me colocaram num horário horrível, a tarde, como reforço, e venho assim trabalhando a cerca de 5 anos. Uma das desculpas para isso é que o salário pago pela administração anterior era muito maior do que a nova pagava para seu professores, entre outras coisas.

Eu já tinha expressado a minha vontade de fazer um acordo, e o dono uma vez, me chamou para tal. Eu não aceitei naquele momento. Eu não iria perder algo que eu tinha direito (eu teria que devolver a multa do FGTS, e outras coisitas). Eu sempre mantive a minha posição, não jogaria fora mais de 10 anos de serviços prestados.

Hoje, ao chegar ao colégio, encontrei a inspetora (que sabe da minha situação) e comentou: “Ainda nada, né Cido? O homem continua te obrigando a vir dar essas duas aulinhas...” e eu disse: “Fazer o que, não quero perder meus direitos.”

No momento em que eu estava aplicando umas provas, me chamaram para conversar com o departamento pessoal. E qual não foi a minha surpresa, veio a bomba: Você foi demitido!

E eu disse: “Não acredito, o que deu no velho?”

Contaram-me que ele está fazendo uma limpa geral no colégio, e que eu iria junto.

Naquele momento, fiquei feliz, uau, finalmente, valeu a minha teimosia, vou receber tudo que tenho direito.

Mas, por outro lado, bateu-me aquela tristeza. São 17 anos lecionando nesse estabelecimento; é claro que hoje os amigos que colecionei já não estão mais lá, mas vai ficar na memória. Não vou esquecer que lá pelos idos de 92 e 93, ajudei a quebrar um tabu ou preconceito que o colégio tinha contra pessoas cabeludas, alunos assim eram convidados a se retirar, mas de repente, apareceu um professor cabeludo e louco, e tiveram que me engolir. Errei muito, mas acertei muito também. Vesti a camisa do colégio e fui, na minha humilde e sincera opinião um bom profissional. Tanto é que fiquei todo esse tempo lá.

Bem, ainda vou cumprir aviso prévio, ou seja, dezembro conterá as últimas três semanas no colégio. Finalmente vou acertar o meu horário, pois trabalhar a tarde é um porre!

Eu estou triste e ao mesmo tempo satisfeito. No final, deu tudo certo!

Lembrem-se: EU E OS GATOS TEMOS ALGO EM COMUM... SOMOS GATOS!

quarta-feira, 14 de novembro de 2007

EDITORIAL DA FOLHA: FOLHA DE SÃO PAULO DECLARA GUERRA AOS PROFESSORES!!!


Eu pensava que o Estadão fosse o jornal mais conservador e elitista da imprensa paulista, mas esse editorial da Folha prova que são tudo farinha do mesmo saco:


São Paulo, terça-feira, 13 de novembro de 2007



Mestres em falta

Salários são baixos, mas isso não justifica as 32 faltas anuais por professor no sistema estadual de São Paulo

OS SINDICATOS de professores se contorcem diante da questão, talvez por não ter satisfação adequada para dar a alunos e pais diante do descalabro instalado: só na rede estadual paulista de ensino ausentam-se das salas de aula, a cada dia, 29,4 mil dos 230 mil mestres. Uma taxa de absenteísmo de 12,8%, contra menos de 1% em escolas privadas. O dado, noticiado domingo nesta Folha, documenta distorção disseminada por sistemas públicos de ensino do Brasil.
A Apeoesp (sindicato dos professores) oferece racionalização automática para o sumiço de seus representados: salários baixos, longas jornadas, salas superlotadas e violência na escola. Embora o argumento possa explicar em parte a atitude, jamais terá o poder de justificá-la.
A depreciação do magistério alcança patamares incompatíveis com a meta do governo federal de elevar o ensino básico, até 2022, ao nível de países da OCDE (clube das nações mais ricas). O Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE) contemplou isso ao propor um piso nacional de R$ 850 para professores. O projeto de lei correspondente (nº 619/2007) foi aprovado em duas comissões da Câmara dos Deputados (faltam outras duas); na de Educação e Cultura, o valor subiu para R$ 950.
Essa política horizontal de recuperação de salários é necessária, mas não resolve a questão. Ganhar um pouco mais não levará professores a tornar-se assíduos -a média dos proventos de mestres paulistas, por exemplo, é 53% superior ao valor proposto como piso para o país. Aumento salarial não garante melhora automática do ensino. É preciso exigir contrapartida dos professores. Reservar uma parte relevante do orçamento para premiar as escolas que mais reduzirem as faltas -e mais melhorarem o desempenho dos alunos- é um meio inteligente de perseguir esse objetivo.
A via do estímulo, porém, não basta. Não há como conciliar o interesse público com a pletora de 19 dispositivos que facultam ao professor paulista ausentar-se do trabalho sem desconto no salário. Tampouco cabe aguardar condições perfeitas de trabalho para que se aceite, enfim, reduzir a absurda média de 32 faltas anuais por docente.
Regras permissivas de aposentadoria também requerem revisão. Não é razoável que inativos consumam 1/3 da folha de pagamento do professorado paulista. Verbas de educação precisam ser canalizadas, com prioridade, para a melhoria do ensino.
Tal é o espírito do PDE federal. O MEC anunciou que investirá, ainda em 2007, R$ 1 bilhão em apoio técnico e financeiro a municípios que adotarem metas de desempenho (medido pelo Índice de Desenvolvimento da Educação Básica, Ideb). Uma legião de 3.487 municípios e 17 Estados já formalizou adesão; das 1.242 cidades prioritárias, com Ideb muito baixo, 985 aderiram.
Segundo o MEC, os primeiros desembolsos começam em dez dias. Seria útil que, entre os critérios de avaliação, figurassem também metas ambiciosas de redução do absenteísmo docente.

Tirem suas conclusões, leitor! Eu mesmo não tenho nada a declarar!



Lembrem-se: EU E OS GATOS TEMOS ALGO EM COMUM... SOMOS GATOS!

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