sábado, 3 de maio de 2008

Vento

Vento



Vento que atravessa o âmago do meu ser
Entrecortante, cruel e implacável
Navalhas que dilaceram minha alma
Dor lancinante e inexplicável


Vento que varre as sujeiras de meu ser
Nojentas, pútridas e pegajosas
Poeira fétida que arde os olhos
Na face, lágrimas viscosas


Vento que mina a resistência de meu ser
Poderoso, rude e esmagador
Esmagando a carne já fétida
Anestesiada, não sente mais dor


Vento que traz pestes e doenças em meu ser
Incuráveis, dolorosas e letais
Pústulas que proliferam na pele
É apenas o fim, e nada mais

4 comentários:

  1. Muito triste...triste demais... :(

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  2. Nem tudo é feito de rosa, não é? Bjoka tenha um ótimo fim de semana ;)

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  3. MUITO NOJENTO!
    C.D.A. DEVE ESTAR SE REMOENDO NAS CINZAS...
    PORÉM INSPIRADOR!
    ME DEU ATÉ VONTADE DE ESCREVER UM TAMBÉM:

    "MINHA BICICLETA AMARELA
    REPOUSA NA CERCA
    CRESCE O MATO NAS SUAS PERNAS"

    HAI KAI VLAD!


    ASTOLPHO
    VAMPALGOZ

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  4. Du: É como me sinto atualmente.

    Dri: Ainda bem, né Dri?

    Aldir: Você me faz rir...

    ResponderExcluir

Pessoal, comentem, críticas e elogios serão bem aceitos. E eu respondo, posso demorar mas respondo. Esse velho lobo do mar tarda mas não falha!!!!

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