sexta-feira, 20 de novembro de 2020
Piadas de tristeza
quarta-feira, 30 de novembro de 2016
#SomosTodosChape
terça-feira, 17 de fevereiro de 2015
E o mundo perde mais um de seus gênios!
domingo, 12 de maio de 2013
Um tweet simples e singelo
domingo, 10 de janeiro de 2010
O fim do Dicas Blogger?
domingo, 10 de agosto de 2008
Carta para o meu pai

Bom dia, meu pai, que nunca conheci, que nunca vi e nem sei se você ainda existe. Falam muito de você, que tenho seu jeito, seu nariz, mas nunca recebi uma só mensagem de ti, pelo menos para dizer “Como vai meu filho?”, poderia até ser indiretamente, por outra pessoa, mas que desse o ar da graça. Que mostrasse interesse.
Você pode imaginar como é uma criança estar ao lado de seus coleguinhas, vendo seus pais os segurando, abraçando, dando aquele tipo de carinho a qual nunca tive? De acompanhar seus primeiros passos, sua primeira palavra dita, da queda inevitável de uma bicicleta, da formação da sua personalidade, da primeira briga, da primeira namorada... Pois é... Você nunca participou desses momentos, você nunca esteve lá quando eu mais precisava! Você simplesmente se foi... E eu sempre estava te esperando!
Que inveja do Roberto, do Marcelo, do Lourival, do Zé Luís, do Emerson, do Toninho, e tantos outros amigos de infância, que me seguiram até a adolescência. Sim, eu os invejava porque eles tinham pais. Pais enérgicos, atuantes, trabalhadores que sempre estavam presentes na tristeza e na alegria, na dor e na fome. Eles tinham seus pais... E quem eu tinha?
Se eu tenho dificuldades em relacionamentos, se sou insociável, se tenho uma natureza destrutiva ou se tenho essa minha eterna depressão que de algum modo, são decorrentes de sua falta, isso eu não posso dizer nem afirmar, mas aqui dentro, bem dentro do meu peito, sinto algo que me aperta, que me angustia, que me revolta. Meu coração é seco.
Nunca quis seu dinheiro (se é que você tinha ou tem, mas dizem por aí que você é um homem de posses...), nem atrapalhar a sua vida (acredito que você tenha outra família), apenas queria poder dizer ao mundo orgulhosamente que eu também tenho um pai.
Eu nunca tive um pai. Eu não sei o que é ter um pai. Nunca conheci o amor de um pai. E talvez por tudo isso, eu não queira ser pai.
E eu te odeio com todas as forças do meu ser!
Desculpem-me por esse post um tanto quanto triste. Meu coração pedia por isso.
quarta-feira, 19 de março de 2008
Tristeza!
A tristeza é muito grande. O clima está muito pesado e eu sinto que posso desabar a qualquer momento, visto que por parte dos alunos, eles não estão nem aí. Os poucos que tem consciência, que estão cientes da coisa se comovem e me faz acreditar que as coisas podem ser melhores, quanto ao resto, que é a grande maioria, bem... nem quero comentar!
Mas a vida continua... Fica a lembrança de uma pessoa feliz com a vida e que sempre acreditava, e sorria, mas sorria muito!
Lembrem-se: EU E OS GATOS TEMOS ALGO EM COMUM... SOMOS GATOS!
segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008
A Evolução
Não conheço a fonte de onde saiu o texto, pois como verifiquei, já está percorrendo na rede há muito tempo. Portanto, leiam e tirem suas próprias conclusões:
Semana passada comprei um produto que custou R$ 1,58. Dei à balconista R$ 2,00 e peguei na minha bolsa 8 centavos, para evitar receber ainda mais moedas. A balconista pegou o dinheiro e ficou olhando para a máquina registradora, aparentemente sem saber o que fazer.
Tentei explicar que ela tinha que me dar 50 centavos de troco, mas ela não se convenceu e chamou o gerente para ajudá-la. Ficou com lágrimas nos olhos enquanto o gerente tentava explicar e ela aparentemente continuava sem entender.
Por que estou contando isso?
Porque me dei conta da evolução do ensino de matemática desde 1950, que foi assim:
1. Ensino de matemática em 1950:
Um cortador de lenha vende um carro de lenha por R$ 100,00. O custo de produção desse carro de lenha é igual a 4/5 do preço de venda .
Qual é o lucro?
2. Ensino de matemática em 1970:
Um cortador de lenha vende um carro de lenha por R$ 100,00. O custo de produção desse carro de lenha é igual a 4/5 do preço de venda ou R$ 80,00. Qual é o lucro?
3. Ensino de matemática em 1980:
Um cortador de lenha vende um carro de lenha por R$ 100,00. O custo de produção desse carro de lenha é R$ 80,00. Qual é o lucro?
4. Ensino de matemática em 1990:
Um cortador de lenha vende um carro de lenha por R$ 100,00. O custo de produção desse carro de lenha é R$ 80,00. Escolha a resposta certa,
que indica o lucro:
( )R$ 20,00 ( )R$40,00 ( )R$60,00 ( )R$80,00 ( )R$100,00
5. Ensino de matemática em 2000:
Um cortador de lenha vende um carro de lenha por R$ 100,00. O custo de produção desse carro de lenha é R$ 80,00. O lucro é de R$ 20,00.
Está certo?
( )SIM ( ) NÃO
6. Ensino de matemática em 2007:
Um cortador de lenha vende um carro de lenha por R$100,00. O custo é de R$20,00. Se você souber ler, coloque um X ao lado do R$20,00.
( ) R$ 20,00 ( ) R$40,00 ( ) R$60,00 ( ) R$100,00
Obs.: Até agora o técnico do Speedy não apareceu, portanto internet discada é vapt-vupt!
Continuem visitando Seawolf City, mas se quiserem vê-la prosperar, crie indústrias!
Lembrem-se: EU E OS GATOS TEMOS ALGO EM COMUM... SOMOS GATOS!

