quinta-feira, 29 de dezembro de 2016
Não culpem 2016, é apenas o ciclo da vida!
quarta-feira, 14 de outubro de 2015
Os monstros que criamos, uma sociedade caótica e um feriado quase sem sentido
sábado, 4 de outubro de 2008
Sobre os países ricos e países pobres
Países ricos e países pobres
A diferença entre os países pobres e os ricos não é a idade do país.
Isto pode ser demonstrado por países como Índia e Egito, que tem mais de 2000 anos e são pobres.
Por outro lado, Canadá, Austrália e Nova Zelândia, que há 150 anos eram inexpressivos, hoje são países desenvolvidos e ricos.
A diferença entre países pobres e ricos também não reside nos recursos naturais disponíveis.
O Japão possui um território limitado, 80% montanhoso, inadequado para a agricultura e a criação de gado, mas é a segunda economia mundial. O país é como uma imensa fábrica flutuante, importando matéria-prima do mundo todo e exportando produtos manufaturados.
Outro exemplo é a Suíça, que não planta cacau mas tem o melhor chocolate o mundo. Em seu pequeno território cria animais e cultiva o solo durante apenas quatro meses no ano. Não obstante, fabrica laticínios da melhor qualidade. É um país pequeno que passa uma imagem de segurança, ordem e trabalho, o que o transformou na caixa forte do mundo.
Executivos de países ricos que se relacionam com seus pares de países pobres mostram que não há diferença intelectual significativa.
A raça ou a cor da pele também não são importantes: imigrantes rotulados de preguiçosos em seus países de origem são a força produtiva de países europeus ricos.
Qual é então a diferença?
A diferença é a atitude das pessoas, moldada ao longo dos anos pela educação e pela cultura.
Ao analisarmos a conduta das pessoas nos países ricos e desenvolvidos, constatamos que a grande maioria segue os seguintes princípios de vida:
1. A ética, como princípio básico.
2. A integridade.
3. A responsabilidade.
4. O respeito às leis e regulamentos.
5. O respeito pelo direito dos demais cidadãos.
6. O amor ao trabalho.
7. O esforço pela poupança e pelo investimento.
8. O desejo de superação.
9. A pontualidade.
Nos países pobres apenas uma minoria segue esses princípios básicos em sua vida diária. Não somos pobres porque nos faltam recursos naturais ou porque a natureza foi cruel conosco.
Somos pobres porque nos falta atitude. Nos falta vontade para cumprir e ensinar esses princípios de funcionamento das sociedades ricas e desenvolvidas.
SOMOS ASSIM, POR QUERER LEVAR VANTAGENS SOBRE TUDO E TODOS.
SOMOS ASSIM POR VER ALGO DE ERRADO E DIZER: “DEIXA-PRA-LÁ”
DEVEMOS TER ATITUDES E MEMÓRIA VIVA. SÓ ASSIM MUDAREMOS O BRASIL DE HOJE.
Que tal você começar a praticar em sua vida aqueles 9 princípios de vida? Assim, estará fazendo a sua parte para que a nossa sociedade humana venha a ter melhores pessoas... e algum dia a sociedade brasileira deixe de ser pobre... em especial no comportamento civilizado!
Texto: Autor Desconhecido, recebido por e-mail
Um adendo: Acredito que nesse texto faltou um décimo princípio: Estudar, estudar, estudar... Estudar sempre! O apoio a Educação é a base de uma grande nação!
sábado, 12 de janeiro de 2008
Arrogância...
Um calouro muito arrogante, que estava assistindo a um jogo de futebol, tomou para si a responsabilidade de explicar a um senhor já maduro, próximo dele, por que era impossível a alguém da velha geração entender esta geração.
"Vocês cresceram em um mundo diferente, um mundo quase primitivo", o estudante disse alto e claro de modo que todos em volta pudessem ouvi-lo.
"Nós, os jovens de hoje, crescemos com televisão, aviões a jato, viagens espaciais, homens caminhando na Lua, nossas espaçonaves tendo visitado Marte. Nós temos energia nuclear, carros elétricos e a hidrogênio, computadores com grande capacidade de processamento e ....," numa pausa para tomar outro gole de cerveja.
O senhor se aproveitou do intervalo do gole para interromper a liturgia do estudante em sua ladainha e disse:
"Você está certo, filho. Nós não tivemos essas coisas quando nós éramos jovens... Por isso nós as inventamos. E você, seu bostinha arrogante, o que você está fazendo para a próxima geração?"
Foi aplaudido ruidosamente.
Lembrem-se: EU E OS GATOS TEMOS ALGO EM COMUM... SOMOS GATOS!
sábado, 24 de novembro de 2007
Uma imagem incrível!
Algo assim tão especial necessita ser compartilhado. Fala sobre serenidade!
Esta cena abaixo é uma daquelas que você provavelmente nunca verá, portanto aproveite esse momento:
Este é o por do Sol no Pólo Norte com a lua em seu ponto mais próximo. E você também pode ver o Sol abaixo da Lua.
Uma foto incrível que você pode passar para outros, de um momento que não pode ser duplicado. Os chineses têm um ditado que diz: “Quando alguém compartilha com você algo de valor, você tem a obrigação de compartilhá-la com os outros!”
Lembrem-se: EU E OS GATOS TEMOS ALGO EM COMUM... SOMOS GATOS!
domingo, 29 de abril de 2007
Um estranho no ninho!
Eu me sinto um próprio estranho andando pelas ruas do meu bairro. Se me perguntarem, digo que mais de 90% das pessoas que aqui vivem eu não conheço nenhuma. Apesar de eu gostar de viver isolado de tudo e de todos, isso me causa estranheza, pois eu deveria pelo menos conhecer de vista, se é que me entendem. Quando ando por ruas que há muito tempo não passo, sinto que penetrei em uma outra dimensão, com tudo diferente, pessoas que mais se parecem alienígenas, por estranho que possa aparecer.
Alguns passam por mim e me cumprimentam, e eu fico sem jeito, porque não as conheço ou nem me lembro delas. Na comunidade do bairro, no Orkut, não conheço quase ninguém, exceto aqueles que são meus alunos, e mesmo assim, também não me recordo deles.
Uns dizem que estou ficando velho e a memória começou a falhar, e eu mando elas para aquele lugar. Isso sempre aconteceu comigo. Sempre digo em sala que sou péssimo para lembrar os nomes ou as fisionomias das pessoas, e que por isso, eles não devem ficar espantados se no final do ano, eu não souber o nome de ninguém ou não reconhecer alguns pelas ruas. Minha mente é excelente para memorizar fórmulas de Física e Matemática, quanto ao resto...
E eu sei que às vezes magôo alguém ou que me chamam de arrogante pelas ruas. Fazer o quê? Ninguém me compreende e não fico perdendo o meu tempo tentando explicar.
Em tempo, os capítulos da história da raça humana estão atrasados por total falta de tempo, é fim de bimestre, teve o show do Aerosmith e até aqui nesse blog estou postando pouco. Passando essa semana tudo se normaliza.
That's all folks!!!
terça-feira, 18 de julho de 2006
Vou me abrir um pouquinho...
Na verdade, eu odeio concentração de pessoas, não me sinto bem, por isso mesmo é que odeio, por exemplo, ir à praia. Não sou e nem vou ser um eremita, mas não me encaixo muitas vezes em grupos.
Lembro na escola, que nunca gostava de fazer trabalhos em grupos, nunca gostei de ter alguém mandando ou determinando o que devo fazer, eu fazia as coisas do meu jeito e não me importava com os outros. Na medida em que eu ia crescendo, isso se tornava cada vez mais evidente e quando comecei a trabalhar, senti certa dificuldade em aceitar ordens de patrão. Quando alguém me mandava fazer algo, eu fazia outra coisa diferente. E sou assim até hoje. Odeio quando as pessoas vêm dar palpites no que faço. Nesse ponto sou irreversível.
E isso devo ter transferido para todos os meus relacionamentos, não preciso de psicólogo para me analisar, aliás, eu sou psicólogo de mim mesmo.
Não consigo manter um relacionamento sério, pois sou um cara muito egoísta. Eu faço o que me dá vontade e foda-se o outro. Não consigo ficar preso a uma pessoa, por mais que eu a ame... Mas será que eu realmente amo alguém? Fiquei noivo por quase 4 ou 5 anos e tudo em que eu pensava era como eu iria me safar dessa, fazer as coisas que gosto sozinho, sem a presença dela. Sentia-me como um passarinho preso na gaiola, e é muito difícil falar dessas coisas para uma pessoa, porque ela não vai entender. Precisei arranjar uma desculpa idiota para pular fora. Hoje só tenho casos, não quero nada sério com ninguém. Não quero ter a obrigação de telefonar no dia seguinte, não quero ter ninguém no meu pé. Quero liberdade.
Tenho saudades de meus amigos, mas primeiramente tenho que vencer meus problemas de relacionamento, meus dias de depressão e a minha vontade suicida. É assim que eu sou, e espero que me aceitem.
Sei que vou morrer sozinho, porque sou muito orgulhoso para aceitar ajuda de outros, sei também que preciso mudar isso, mas a cada problema que enfrento cada vez mais me afasto das pessoas que amo.
Espero que todos entendam isso.

